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A trégua encenada e a verdade em combate

Há objectos pequenos que carregam mais política do que um comício inteiro.

Uma nota de dez dólares, por exemplo.

Num estúdio norte-americano, dois homens de campos opostos sentam-se frente a frente e riem. Um deles recorda uma aposta antiga feita por um filho ainda criança; o outro, com o ar de quem aceita a piada como penitência leve, tenta finalmente pagar. A câmara adora estas coisas. O público também. A nota de dinheiro transforma-se num talismã: prova de que a América ainda pode ser “normal”, de que a política ainda sabe ser gente, de que a civilidade ainda não morreu.

E, no entanto, é aqui — no exacto momento em que a civilidade parece vitória — que começa a pergunta difícil.

Porque o que está em causa, num país ferido, não é apenas o tom. É a verdade. E a verdade, quando entra em televisão, raramente entra sozinha. Vem escoltada por escolhas: o que se mostra, o que se omite, o que se simplifica, o que se torna “história humana” para caber nos minutos disponíveis.

A nota de dez dólares pode ser um símbolo luminoso. Pode também ser uma cortina.

E uma democracia não se governa com cortinas.

O facto, nu e simples

Quando um canal com vocação de serviço público decide criar um formato de “trégua” entre adversários, fá-lo com uma intenção declarada: diminuir hostilidade, lembrar que há vida para além da guerra partidária, oferecer ao espectador uma imagem de convivência possível. A promessa é quase pastoral: “vejam, eles conseguem falar; logo, o país também conseguirá”.

A ideia não é absurda. A ideia tem até um lado antigo, quase monástico: como se a política, cansada da praça, procurasse um claustro para reaprender a linguagem. Não é a primeira vez que uma sociedade tenta salvar-se por liturgia. Quando a violência cresce, inventam-se rituais. Quando o caos ameaça, procura-se um gesto comum, uma forma, uma regra.

O problema é que a política não é apenas convivência. A política é conflito sobre bens reais: liberdade, segurança, trabalho, dignidade, direitos, impostos, guerras, fronteiras, escola, saúde. É aí que as pessoas se ferem — não com frases, mas com decisões.

E um formato televisivo, por mais bem intencionado que seja, tem uma tentação estrutural: transformar conflito em narrativa e narrativa em produto. A “trégua” vira género. O género vira hábito. O hábito vira moralina.

Daí a pergunta que importa: o que acontece quando confundimos civilidade com cura?

O contexto que a televisão raramente admite

A democracia sempre debateu. Mas nunca debateu assim.

No passado, o debate era uma forma de risco. Mesmo quando era teatral, havia consequências. A praça via a cara inteira do orador; a comunidade reconhecia a pessoa; o tempo era mais lento; a memória era mais directa. A mentira tinha custos porque a mentira precisava de repetir-se diante dos mesmos olhos.

Hoje, a mentira pode ser itinerante. Pode ser fragmentada. Pode ser distribuída em parcelas, cada uma feita para um segmento, cada uma desenhada para caber numa raiva específica. O debate deixou de ser uma disputa de argumentos e passou muitas vezes a ser uma disputa de atenção. Quem prende mais. Quem fere mais. Quem humilha mais. Quem faz o clip circular.

Neste mundo, a civilidade é uma coisa estranha. Não é apenas uma virtude. É também uma estratégia. Pode ser usada como prova de “normalidade” — e a normalidade, quando é desejada, pode ser vendida.

O espectador quer respirar. O espectador quer um intervalo. O espectador quer acreditar que o país ainda tem chão. É humano. E é precisamente por ser humano que se torna vulnerável.

Porque a civilidade em televisão pode servir dois projectos opostos:

  1. Projecto A: reconstruir a esfera pública
    Usar o tom respeitoso como condição para discutir melhor, com mais rigor, com mais método, com mais substância.

  2. Projecto B: polir o conflito para não o mostrar
    Usar o tom respeitoso como substituto do confronto factual, como forma de evitar linhas duras, como mecanismo de “equivalência” onde tudo parece apenas opinião.

Um mesmo sorriso pode pertencer a ambos.

E é aqui que a questão se torna séria: não é um problema de intenções; é um problema de arquitectura.

A arquitectura do debate é sempre política

Há formatos que fazem da política um duelo. Outros fazem dela um chá.

O duelo tem uma vantagem: revela energia e antagonismo. Mostra, sem pudor, que há interesses incompatíveis. Não finge consenso. Mas o duelo tem um defeito: pode premiar o mais ruidoso, o mais agressivo, o mais cínico. E, quando a mentira entra no ringue, o ringue transforma-se em fábrica de falsidade bem coreografada.

O chá tem uma vantagem: reduz desumanização. Recorda que o adversário não é animal. Permite ouvir sem interrupção. Pode criar um espaço de método. Mas o chá tem um defeito: pode tornar-se cerimónia. Pode fazer do “bom tom” um fim em si. Pode esconder assimetrias morais e factuais sob um verniz de “equilíbrio”.

O ponto decisivo é este: não existe debate neutro.
A própria definição de “o que é aceitável dizer aqui” já é uma escolha política.

E isso exige uma honestidade que muitos formatos evitam: admitir que a democracia precisa de desacordo claro, mas também precisa de linhas vermelhas. Linhas que não são caprichos. Linhas que são o chão mínimo para que o debate não se torne arma contra a própria democracia.

Uma sociedade pode debater impostos, modelos económicos, políticas de imigração, prioridades orçamentais, regras de escola, estratégias de defesa. Mas não pode tratar como mera “opinião” aquilo que dissolve o princípio de igualdade humana, que flerta com violência, que nega factos básicos com intenção instrumental, que transforma grupos de pessoas em alvos.

Se tudo é debatível, a democracia perde o seu limite. E, quando perde limite, oferece-se ao predador com maneiras.

A grande confusão do nosso tempo: paz não é justiça

Há uma frase não escrita que atravessa muitos discursos contemporâneos: “o país precisa é de acalmar”.

Sim, precisa. Mas acalmar para quê?

Se “acalmar” significa reduzir a violência, reduzir a ameaça, reduzir a desumanização, então é um dever. Se “acalmar” significa reduzir o contraditório, reduzir a denúncia, reduzir o escândalo perante abusos, então é outra coisa: é domesticação.

E a domesticação pode ser apresentada como virtude.

Este é um dos truques mais antigos do poder: quando alguém denuncia, acusa-se de “radicalismo”; quando alguém exige prova, acusa-se de “agressividade”; quando alguém insiste em responsabilidade, acusa-se de “não contribuir para a união”.

A união, assim, torna-se arma.

E, num formato de “trégua” televisiva, a tentação é constante: deslocar o debate do conteúdo para a atmosfera. A atmosfera é filmável; o conteúdo é trabalhoso. A atmosfera dá sensação de progresso; o conteúdo dá conflito.

Mas a história ensina uma coisa severa: há épocas em que o civismo é remédio; há épocas em que o civismo, sem verdade, é máscara.

Uma democracia madura não tem medo de conflito. Tem medo é de conflito injusto — aquele em que a falsidade entra sem custo e a dignidade sai ferida como se fosse detalhe.

A economia da atenção: o novo senhor feudal

Há um elemento moderno que altera tudo e que, curiosamente, muitos programas “cívicos” tratam como cenário, não como causa: a economia da atenção.

O algoritmo não é neutro. É um mecanismo de selecção baseado em comportamento. E o comportamento humano, sob stress, tende para o que é rápido, indignante, moralmente simplificado. O algoritmo aprende isso como um aprendiz frio, sem consciência, mas com eficácia.

Resultado: o debate é recompensado quando gera reacção. A nuance não morre por ser falsa; morre por ser lenta.

Aqui, a “trégua” pode parecer solução, porque promete desacelerar. Mas há um problema: a desaceleração, em televisão, pode ser apenas estética. Um gesto bonito que não muda a engrenagem.

Se a engrenagem continua a premiar desinformação e humilhação noutros lugares, a trégua televisiva arrisca ser apenas um intervalo com música calma. Um “momento de bem-estar” na mesma máquina que continua a fabricar hostilidade.

E um intervalo não é reforma.

O que seria, então, um debate útil?

Há uma imagem que me persegue: a de um scriptorium medieval, onde um monge copia um texto lentamente, com disciplina, sabendo que cada erro se tornará legado. Ao lado, num ecrã, as notificações piscam como pequenas estrelas geladas. A nossa época vive entre estas duas luzes: a lenta e a instantânea.

Um debate útil, em democracia, precisaria de recuperar um pouco do scriptorium sem perder a praça.

Não precisa de gritaria. Mas precisa de fricção real. Precisa de método. Precisa de coragem para dizer “isto é falso” sem pedir desculpa pelo tom. Precisa de coragem para dizer “isto tem consequências” sem recuar para a piada.

Se eu tivesse de desenhar — não um programa, mas um princípio — para que o debate não fosse nem ringue nem anestesia, começaria por cinco regras simples:

  1. Facto antes de performance
    Antes de “momentos”, há afirmações. E afirmações têm de ser verificadas, não apenas contrabalançadas.

  2. Assimetria não se corrige com simetria de tempo
    Dar “o mesmo tempo” a duas posições não torna o debate justo se uma delas vive de negar a realidade ou de manipular factos.

  3. O contraditório deve ser insistente
    Uma resposta vaga não é resposta. Um desvio não é argumento. O entrevistador deve voltar. Voltar. Voltar.

  4. O conflito deve ser explicitado, não polido
    O espectador tem direito a perceber onde estão as diferenças reais. A democracia não é um concurso de cordialidade.

  5. A humanidade não substitui responsabilidade
    Sim, os políticos têm filhos, dores, biografias. E isso é importante. Mas não anula o dever público de responder por decisões, votos, alianças e resultados.

Repare-se: nenhuma destas regras exige agressividade. Exige apenas firmeza.

E firmeza, hoje, é uma forma de serviço público.

A “trégua” e o risco de equivalência moral

Há um vício contemporâneo que se disfarça de virtude: a ideia de que o centro é sempre superior porque é centro. Como se a moderação fosse automaticamente justa.

A moderação pode ser sensata. Pode também ser cúmplice.

Há debates em que o “meio-termo” é indecente. Não por radicalismo, mas por lógica moral: entre a dignidade e a desumanização não há síntese aceitável. Entre factos e invenções não há compromisso honesto. Entre democracia e autoritarismo não há acordo estável: há rendição lenta.

Um formato de “trégua” corre o risco de fazer do “bom tom” um pretexto para misturar coisas que não são misturáveis. A televisão gosta de pontes. Mas nem todas as pontes são virtuosas. Algumas são passagens para o erro.

E isto é particularmente relevante numa era em que certos actores políticos aprenderam uma lição prática: a civilidade pode ser usada como arma para desarmar crítica.

“Não fale assim.”
“Baixe o tom.”
“Seja construtivo.”

Às vezes, é um pedido legítimo. Outras vezes, é uma técnica de silenciamento. Um modo elegante de dizer: “não me obrigue a responder pelo que fiz”.

Se a televisão não reconhecer esta ambivalência, será usada — e nem perceberá.

O que a nota de dez dólares esconde

Voltemos à nota.

Há qualquer coisa de quase litúrgico naquele gesto: pagar uma dívida antiga em público, diante de uma câmara, como se a dívida fosse a própria fractura do país e a nota fosse a sua reparação simbólica. É bonito. E a beleza, quando aparece na política, é sempre perigosa: tende a ser confundida com verdade.

Mas a verdade da democracia não se mede por notas pagas. Mede-se por direitos protegidos, por instituições robustas, por imprensa livre, por justiça que funciona, por educação que não é arma, por capacidade de discordar sem destruir o outro.

A nota de dez dólares mostra que duas pessoas podem conversar.

Não prova que o sistema está saudável.

E, se o espectador sair do episódio com a sensação de que “afinal eles são amigos, logo está tudo bem”, então o programa falhou no ponto essencial. Falhou por excesso de delicadeza.

Há delicadezas que custam caro.

O significado: a democracia como ofício, não como sentimento

Há uma tentação moderna de tratar a democracia como uma emoção: “esperança”, “união”, “cura”, “reconciliação”. São palavras úteis. Mas não são suficientes.

A democracia é um ofício. Um trabalho. Um conjunto de práticas.

E práticas implicam disciplina.

A disciplina do contraditório.
A disciplina da verificação.
A disciplina de recusar equivalências falsas.
A disciplina de proteger minorias mesmo quando o clima é hostil.
A disciplina de aceitar conflito quando o conflito é o preço da justiça.

Se um formato televisivo de “trégua” ajudar a restaurar parte desta disciplina — se for porta de entrada para substância, e não substituto de substância — então terá valor. Será, de facto, serviço público.

Mas se a “trégua” se transformar em género moral, em produto de conforto, em narrativa onde todos são “pais antes de partidários” e onde o país se salva por sorrisos, então será outra coisa: será um pequeno teatro tranquilizador numa época que exige lucidez.

E lucidez é, muitas vezes, desagradável.

A política, por definição, não é um lugar confortável. É o lugar onde uma comunidade decide o que tolera e o que não tolera. Decide como distribui bens e dores. Decide que vidas protege primeiro quando o mundo aperta.

O civismo deve existir. Sim. Deve ser condição. Não deve ser álibi.

É possível dizer isto sem cinismo. E talvez seja este o ponto final, o mais simples e o mais difícil:

A democracia precisa de paz — mas precisa ainda mais de verdade.

E a verdade, quando é séria, raramente se parece com televisão.

Leituras no Arcana News
Se quiser acompanhar mais leituras sobre media, democracia e esfera pública, publico textos relacionados no Arcana News: https://www.arcananews.com

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