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Vários tipos de "regularidade" maçónica, a saber: Inglesa, Francesa, USA, Italiana, Brasileira, outras.

A 4 de Setembro de 1929, a Grande Loja Unida de Inglaterra definiu as oito "condições" nos termos das quais podia reconhecer a regularidade de uma Grande Loja estrangeira. De uma forma geral as Potências Maçónicas do Norte da Europa seguiram-na nesta formulação, sem que tenha alguma vez havido uniformidade.  Na realidade só as três “Home Grand Lodges” Inglaterra, Escócia e Irlanda, permaneceram alinhadas em todas as ocasiões. As Grandes Lojas dos EUA criaram o seu próprio sistema de reconhecimento, em muitos casos reconhecendo potências que a UGLE não reconheceu e vice versa, como no caso do Brasil, com o GOB e as Grandes Lojas Estaduais.  Assim criou-se uma diferença de conceito entre “regular”, que tem a ver com o funcionamento, e “reconhecida” que tem a ver com questões de política internacional das Jurisdições, fortemente influenciada por factores de tipo profano.  Em consequência passou a haver a Maçonaria Liberal ou adogmática, na linha do Grande Oriente de França, dita “…

Divisa "ORBO AB CHAO"

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A divisa que os Supremos Conselhos, incluindo o Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite (2004)* adoptaram é ORBO AB CHAO, cujo sentido implica a acção de um princípio de ordem organizador e regularizador do caos inicial. Pretendia-se, desta forma, por fim de forma definitiva à situação gerada pela anárquica proliferação de graus escoceses. Colocava-se, desta forma, na fundação do Rito Escocês Antigo e Aceite, tal como se fez com a Maçonaria de Perfeição, um conjunto de graus que já eram praticados em França e nas Antilhas. As Grandes Constituições de 1786 não eliminaram as Constituições e Estatutos de 1762, mas complementaram-nas. Expressou-se assim a vontade dos fundadores: reunir num só corpo maçónico todos os Ritos do regime do Rito Escocês. As Grandes Constituições foram revistas em 1875 pelo Convento Internacional de Lausana. Estes documentos conferiram aos Supremos Conselhos uma autoridade não partilhada sobre todos os graus do 4º ao 33º e último do R.´.E.´.…

"Nós, os maçons". Autor do livro: Amando Hurtado, com prefácio de Álvaro Carva

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SOBRE O LIVRO 

SINOPSE

Muito se tem escrito sobre a Maçonaria nos últimos 20 anos. No entanto, é notória a desinformação e especulação que existem sobre esta instituição, rodeada muitas vezes de mitos obscurantistas e de literatura muitíssimo fantasiosa. Tal deve-se ao facto de que poucas vezes se abordou o tema pensando em informar o leitor não-maçon respondendo às suas perguntas e atendendo à sua curiosidade.
Nesta obra, tão surpreendente como invulgar, são revelados os principais pontos-chave que envolvem a actividade e os princípios da Maçonaria.

O livro contempla ainda um glossário maçónico, fotografias do interior de uma Loja maçónica e respectivos símbolos, exemplos de duas ‘pranchas’ (trabalhos escritos com que os maçons progridem nos graus maçónicos) e uma vasta lista de personalidades das mais diversas áreas culturais que, em Portugal, Espanha, na América Latina e no resto do mundo, passaram pelas fileiras da Maçonaria. 
A abrir, o livro apresenta ainda um prefácio do Grão-Mest…