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Uma guerra interna no Grande Oriente Lusitano (GOL) | Carta ao Grão-mestre Fernando Lima | Ligações a ritos e práticas simbólicas | 16.06.2019

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No Grande Oriente Lusitano (GOL) o ambiente fraterno parece não estar de acordo com as práticas maçónicas, assim faz crer o maçon Vasco Lourenço.
16.06.2019: -"Não quero acreditar que possamos estar entregues a crápulas, a bandidos, que não olham a meios para atingir os seus inconfessáveis objectivos! Quero crer que estamos numa instituição digna e respeitável, formada por Homens Livres e de Bons Costumes!", lê-se na carta do maçon Vasco Lourenço, segundo a declaração da Revista Sábado.
Para que o contexto não se perca, deixamos o LINK para aceder à referida notícia, AQUI

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Guerra interna no Grande Oriente Lusitano, a maior obediência maçónica em Portugal, levou o capitão de Abril a escrever uma violenta carta ao Grão-mestre, Fernando Lima | Revista Sábado

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Segundo a Revista Sábado, há uma «guerra interna no Grande Oriente Lusitano (GOL), a maior obediência maçónica em Portugal, [que] levou Vasco Lourenço, capitão de Abril, a escrever uma carta ao Grão-mestre, Fernando Lima, ameaçando "rever" a sua continuação no GOL. Em causa está um processo interno de ligações a ritos e práticas simbólicas.

Invocando a sua qualidade de mestre na Loja 25 de Abril, com o nome maçónico "Fernando Esteves", Vasco Lourenço foi claro: "Mas, porque há valores de que não abdico, se esses valores forem deturpados, vilipendiados e atirados para a valeta, ainda que de forma muito dolorosa, terei de rever a minha continuação no GOL!..."
[...]
Terminando a notícia com um pensamento muito violento: "Não quero acreditar que possamos estar entregues a crápulas, a bandidos, que não olham a meios para atingir os seus inconfessáveis objectivos! Quero crer que estamos numa instituição digna e respeitável, formada por Homens Livres e de B…